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PERGUNTAS ANTERIORES



  • Caso clínico 12 - Pergunta 5: Qual seria, nesse momento, a melhor rotina de seguimento para esse paciente?

    • Consultas trimestrais com CEA e PET/CT semestral por período de 5 anos.
    • Consultas trimestrais com CEA e tomografias de tórax e RM abdome total semestrais por 5 anos.
    • Consultas trimestrais com CEA e tomografias de tórax e abdome total semestrais por 5 anos; e depois consultas médicas com CEA semestrais e tomografias de tórax e abdome total anual até completar 10 anos.
    • Consultas trimestrais com CEA até completar 10 anos, com exames de imagem apenas em caso de suspeita clínica de progressão de doença.
  • Caso clínico 12 - Pergunta 4: Qual alternativa você considera a mais correta como conduta a ser discutida no pós-operatório?

    • Quimioterapia neoadjuvante com esquema mFOLFOX6 por 3 meses seguido de metastasectomia pulmonar.
    • Metastasectomia pulmonar seguido de seis meses de quimioterapia “adjuvante” com mFOLFOX6.
    • Radiocirurgia (SBRT) do nódulo pulmonar seguido de seis meses de quimioterapia “adjuvante” com mFOLFOX6.
    • Radioablação por radiofrequência do nódulo pulmonar seguido de vigilância oncológica.
  • Caso clínico 12 - Pergunta 3: Qual alternativa você considera a mais correta como conduta a ser discutida no pós-operatório?

    • Quimioterapia adjuvante baseada em fluoropirimidina monodroga por um total de 4 meses.
    • Quimioterapia adjuvante baseada em fluoropirimidina e oxaliplatina por um total de 4 meses.
    • Quimioterapia adjuvante baseada em fluoropirimidina e oxaliplatina por um total de 6 meses.
    • Seguimento clínico exclusivo.
  • Caso clínico 12 - Pergunta 2: Das alternativas abaixo, qual seria a menos indicada como tratamento inicial?

    • Tratamento neoadjuvante com radioquimioterapia, curso longo, com fluoropirimidina concomitante seguido de retossigmoidectomia com excisão total de mesorreto após seis a oito semanas do término do tratamento.
    • Tratamento neoadjuvante com radioterapia hipofracionada (short course) seguido de retossigmoidectomia com excisão total de mesorreto 7 dias após término de tratamento.
    • Tratamento neoadjuvante com radioterapia hipofracionada (short course) seguido de retossigmoidectomia com excisão total de mesorreto, após seis a oito semanas do término do tratamento.
    • Tratamento neoadjuvante com FOLFOX concomitante à radioterapia curso longo, seguido de retossigmoidectomia com excisão total de mesorreto após seis a oito semanas do término do tratamento.
  • Caso clínico 12 - Pergunta 1: Para o paciente em questão, assinale a alternativa mais correta:

    • Devido altura do tumor à borda anal, para fins de planejamento terapêutico inicial, deve-se considerar neoplasia intra-peritoneal.
    • Presença de linfonodomegalia em cadeia lateral pélvica deve ser considerada como doença metastática e o tratamento conduzido com intuito paliativo.
    • Avaliação por PET/CT não tem impacto prognóstico na avaliação de resposta após tratamento neoadjuvante.
    • Presença de embolização vascular de vasos de médio calibre tem correlação com risco de doença metastática sistêmica.
  • Caso clínico 11 - Pergunta 5: Foi indicado tratamento com Radioterapia adjuvante (54 Gy) seguido de tratamento com quimioterapia adjuvante (Temozolamida)

    Com relação à conduta, marque a alternativa FALSA:

    • O uso de Temozolamida neste caso está embasado em estudo de fase III, de não-inferioridade, que comparou este esquema ao uso de PCV (procarbazina, lomustina, vincristina).
    • Neste caso os crtérios de alto risco: idade, tamanho da lesão, sintomas e histologia astrocitária, justificam a escolha por radioterapia e quimioterapia
    • O uso de radioterapia e quimioterapia nos moldes do estudo RTOG 9802 confere ganho significativo de sobrevida livre de progressão e sobrevida global
    • A ausência de mutação de IDH não foi incluída inicialmente como critério de alto risco no estudo RTOG 9802
    • O tratamento de quimioterapia deverá ser feito por 6 ciclos, já que não há benefício de sobrevida global comprovado com o uso de 12 ciclos.
  • Caso clínico 11 - Pergunta 4: O paciente foi orientado a procurar o oncologista clínico para opinião.

    Qual a conduta recomendada seria a MELHOR opção.

    • Observação, já que se trata de paciente com Oligodendroglioma grau 2 de baixo risco.
    • Retirada gradativa dos anticonvulsivantes e Radioterapia adjuvante (54 Gy) por se tratar de Astrocritoma grau 2 de baixo risco.
    • Radioterapia adjuvante (54 Gy), seguida de quimioterapia adjuvante (PCV- procarbazina, lomustina, vincristina) por se tratar de Astrocitoma grau 2 de alto risco
    • Observação, porque o paciente tem um glioma de baixo grau, com mutação de IDH.
    • Retirada dos anticonvulsivantes e Radioterapia (60 Gy) caso as crises convulsivas persistam
  • Caso clínico 11 - Pergunta 3: Com relação ao caso abaixo, marque a alternativa CORRETA:

    • A lacosamida deveria ter sido trocada pela fenitoína, que interfere menos na metabolização hepática das drogas.
    • O painel molecular não permite um diagnóstico conclusivo quanto ao tipo histológico.
    • A presença de mutação de IDH confere a este paciente melhor prognóstico e contraindica, após ressecção macroscópica, a necessidade de terapia adjuvante.
    • O painel molecular permite a classificação em Astrocitoma grau 2 e a presença de mutação de IDH confere pior prognóstico.
    • O painel molecular exclui o diagnóstico de Oligodendroglioma e a presença de mutação de IDH confere melhor prognóstico.
  • Caso clínico 11 - Pergunta 2: Com relação ao caso abaixo, marque a alternativa CORRETA:

    • A IHC e testes moleculares são dispensáveis neste caso, por se tratar de Oligodendroglioma grau 2, morfologia muito típica.
    • A positividade para GFAP (glial fibrillary acidic protein) com ki-67 < 5% confirmam o diagnóstico de Oligodendroglioma grau 2
    • Oligodendrogliomas, em sua maioria, apresentam positividade para IDH (presença da mutação) e negatividade para ATRX (presença da mutação)
    • A presença de positividade para IDH e ATRX na IHC reforçam a suspeita de Oligodendroglioma, que deve ser confirmada pela pesquisa da codeleção 1p19q
    • A observação clínica e o seguimento com imagem seria a conduta mais recomendada neste caso.
  • Caso clínico 11 - Pergunta 1: Com relação ao caso abaixo, marque a alternativa FALSA:

    • A hipótese mais provável é de lesão primária de SNC, embora metástases sejam a causa mais comum de tumores de SNC.
    • O padrão de perfusão e de captação de contraste na RM sugere uma lesão glial de baixo grau.
    • A hipótese mais provável é de uma metástase de tumor de pulmão ou melanoma.
    • O uso de dexametasona e anticonvulsivantes está indicado.
    • Abordagem cirúrgica está indicada.