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PERGUNTAS ANTERIORES



  • Caso clinico 4 - Pergunta 5: Após RT short course e cirurgia (retossigmoidectomia + segmentectomia hepática), o paciente recuperou bem e ficou sem evidência de doença macroscópica. O que você indicaria?

    • Apenas seguimento.
    • Completar QT adjuvante com FOLFOX ( ou CAPOX) por mais 4 meses.
    • Completar QT adjuvante com FOLFOX por mais 2 ciclos ( total de 3 meses de tratamento).
    • Completar a QT com CAPOX por mais 1 mês apenas.
    • Testar para instabilidade de microsatélites e se constatada não faria mais QT assumindo resistência.
  • Caso clinico 4 - Pergunta 4: Após quatro ciclos de QT neoadjvante com FOLFOX, houve redução de 30% do tamanho das lesões hepáticas, sem surgimento de novas lesões. Redução do CEA para 1.000 ng/dl. O que recomendaria agora?

    • Seguir com a QT ativa , e depois considerar watch and wait para o reto
    • Fazer RTQT convencional ( QT com capecitabina) e depois cirurgia do reto e do fígado
    • Fazer RT short course e depois cirurgia do reto e do fígado
    • Fazer RT short course e depois cirurgia do fígado e watch and wait do reto se resposta clínica completa
    • Operar o fígado, depois fazer RTQT convencional para o reto e, em um segundo momento, avaliar cirurgia para o reto
  • Caso clinico 4 - Pergunta 3: Qual esquema você escolheria ?

    • 5FULV ou capecitabina apenas
    • FOLFOX6
    • FOLFIRI
    • Solicitaria status RAS para decidir sobre adição de anti EGFR e, se selvage, faria QT+ antiEGFR
    • FOLFOXIRI + Bevacizumabe
  • Caso clinico 4 - Pergunta 2: Escolha a alternativa que considera mais adequada para esse caso:

    • Iniciar QT sistêmica definitiva – esse é um paciente com doença metastática incurável
    • Fazer um PET CT Scan (se possível) e iniciar QT sistêmica “neoadjuvante” por 2-3 meses e, se resposta, seguir com plano de terapia curativa (reto e metástases hepáticas)
    • Iniciar RTQT padrão e depois QT sistêmica considerando doença metastática
    • Fazer um PET CT Scan (se possível), indicar cirurgia upfront (concomitante do reto e das lesões do fígado)
    • Encaminhar para RT short course ou RTQT padrão e depois cirurgia para ressecção do tumor primário do reto e ablação por radiofrequência nas lesões hepáticas
  • Caso clinico 4 - Pergunta 1: Paciente do sexo masculino, 68 anos, hipertenso controlado, com sangramento retal esporádico há 3 meses. Realizou colonoscopia que mostrou lesão vegetante, ulcerada em reto, a 7cm da borda anal, e medindo 2,5 cm. Toque retal: lesão ocupando menos da metade da luz do órgão. Além dos exames laboratoriais incluindo CEA, quais os exames de estadiamento você considera essenciais?

    • Rx tórax e TC abdome total (incluindo pelve).
    • TC tórax e RM abdome total (incluindo pelve).
    • PET CT Scan.
    • Retossigmoidoscopia rígida.
    • A e C.
    • B e D.
  • Caso clinico 3 - Pergunta 5: Para pacientes com câncer de colo uterino, na progressão após quimiorradioterapia com cisplatina concomitante +/- braquiterapia, podemos afirmar que:

    • A carboplatina não deve ser utilizada no tratamento de pacientes previamente tratadas com cisplatina, uma vez que neste cenário a taxa de resposta é inferior a 10%.
    • A imunoterapia com pembrolizumabe está associada a taxa de resposta de cerca de 17%, entretanto, seu uso ainda é considerado investigacional.
    • A monoterapia com paclitaxel semanal tem resultados semelhantes à combinação de carboplatina e paclitaxel semanal na segunda linha de tratamento.
    • São tumores caracterizados por mutações do PIK3CA (mais de 50% dos casos). O everolimos deve ser a escolha terapêutica.
    • A combinação de cisplatina e topotecano demonstrou maior taxa de resposta e sobrevida global quando comparada à combinação de cisplatina e paclitaxel.
  • Caso clinico 3 - Pergunta 4: Após o tratamento inicial, esta paciente apresentou resposta completa e foi colocada em seguimento. Dois anos após o término do tratamento inicial, a paciente retorna com dor em ombro direito e à movimentação do braço direito há dois meses. A dor cede com o uso de dipirona e tramadol, que vem usando irregularmente. Refere também tosse seca há três meses. Apesar dessa sintomatologia, trabalha normalmente, mas se queixa de cansaço aos esforços. O exame físico apresenta massa supraclavicular direita e redução de murmúrio vesicular em terço superior de hemitórax direito. Sem outras alterações. Exames de imagem revelam massa em LSD e linfonodomegalia supraclavicular direita. Biópsia da lesão revela carcinoma de células escamosas. A paciente não apresenta neoplasia em outras topografias. Exames revelam função medular, hepática e renal normais. Frente a estes dados, qual a hipótese diagnóstica e conduta?

    • A paciente foi exposta recentemente a platina, portanto é improvável controle da doença com quimioterapia sistêmica e a melhor conduta é a radioterapia exclusiva da lesão pulmonar e da linfonodomegalia cervical.
    • Provavelmente trata-se de recidiva do carcinoma de colo uterino. Está indicada a quimioterapia sistêmica, com cisplatina e paclitaxel e a adição de bevacizumabe ao esquema está contraindicada pelo comprometimento pulmonar e elevado risco de sangramento.
    • Provavelmente trata-se de recidiva do carcinoma de colo uterino. Está indicada a quimioterapia sistêmica, monoterapia com cisplatina, uma vez que essa topografia está associada a prognóstico reservado.
    • Provavelmente trata-se de segundo primário em pulmão. A paciente é candidata a ressecção cirúrgica da lesão seguida de quimioterapia e radioterapia.
    • Provavelmente trata-se de recidiva do carcinoma de colo uterino. Está indicada a quimioterapia sistêmica, com cisplatina e paclitaxel e a adição de bevacizumabe ao esquema está associada a ganho de sobrevida global e de sobrevida livre de progressão.
  • Caso clinico 3 - Pergunta 3: Prosseguiu-se a investigação e a conclusão é de que a paciente é portadora de carcinoma invasivo de células escamosas de colo uterino, com lesão de 5 cm e acometimento de paramétrio direito aos exames de imagem e sem evidência de comprometimento de linfonodos locorregionais. Também não foi evidenciada doença à distância. Neste caso

    • O estádio desta paciente é IIB, o tratamento padrão é a quimiorradioterapia+/- braquiterapia, com cisplatina e gencitabina, seguido de quimioterapia adjuvante com gencitabina e cisplatina por 3 ciclos.
    • O estádio desta paciente é III, o tratamento padrão é a quimiorradioterapia com cisplatina 40 mg/m2, seguido de braquiterapia, seguido de quimioterapia adjuvante com gencitabina e cisplatina por 3 ciclos.
    • O estádio desta paciente é IIB, o tratamento padrão é a quimiorradioterapia com cisplatina 40 mg/m2, seguido de braquiterapia, com ganho em sobrevida global e sobrevida livre de progressão.
    • O estádio desta paciente é IIB, o tratamento padrão é a quimiorradioterapia com cisplatina seguido de histerectomia e linfadenectomia.
    • O estádio desta paciente é III, o tratamento padrão é a quimioterapia neoadjuvante com doublet de platina seguido de quimiorradioterapia definitiva com cisplatina ou cirurgia.
  • Caso clinico 3 - Pergunta 2: Os exames revelaram tratar-se de carcinoma in situ de células escamosas do colo uterino, com ausência de comprometimento linfonodal e ausência de invasão linfovascular. Recebe o resultado e, muito preocupada, marca uma consulta com o oncologista clínico. Neste caso, é correto dizer que:

    • A conização está indicada para confirmar ou afastar o diagnóstico de doença invasiva e, na presença de doença invasiva IB1, a traquelectomia radical tem potencial curativo.
    • É mandatória a realização de histerectomia simples. Nestes casos não é possível preservar a fertilidade.
    • A radioterapia exclusiva seria o tratamento de escolha.
    • Como oncologista, você não deve emitir nenhuma opinião a respeito e deve encaminhar a paciente para um cirurgião oncológico.
    • A revisão de lâminas é mandatória para a determinação do HPV da paciente, uma vez que o prognóstico e tratamento dependem desse resultado.
  • Caso clinico 3 - Pergunta 1: Paciente de 32 anos, mulher, passa em consulta médica de rotina para realização de exames. Refere que está casada há quatro anos e agora o casal deseja engravidar. Vem para obter orientações e realizar exames de rotina. Há quatro anos não faz qualquer avaliação ginecológica, por falta de tempo. Eventualmente tem sangramento discreto após o coito, que cessa espontaneamente. Nega leucorreia ou dispareunia. Ao exame físico não foram encontradas alterações relevantes. O exame ginecológico revela área em colo uterino suspeita. Não há comprometimento de paramétrios ao toque nem são palpados linfonodos. Neste caso,

    • A cauterização da lesão é a melhor conduta frente à falta de sintomas específicos.
    • O exame de Papanicolaou deve ser solicitado imediatamente por sua alta sensibilidade e especificidade.
    • O PET-CT para o estadiamento da neoplasia deve ser solicitado.
    • A paciente deve ser encaminhada para colposcopia e biópsia da lesão.
    • A paciente deve ser encaminhada para receber a vacina tetravalente contra o HPV.